A MELHOR PREVISÃO DE TEMPO PARA A ATIVIDADE DE PESCA.


Previsão para navegação e pesca nos litorais dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

A tendência é de tempo bom para a navegação e pesca no litoral destes estados.

Pelo menos até domingo dia 20/05/2012 a previsão é de ventos fracos e mar de pequenas vagas, sendo que na domingo a noite a tendência é de ventos de fracos  no quadrante de leste, porém o mar deve ficar muito agitado com ondulações variando de 3,0 a 4,0 metros na área de pesca, com ressaca junto á costa do Rio de Janeiro entre a Restinga da marambaia e assim sendo será necessário cautela a navegação e pesca nesta região.

Um grande abraço a todos os pescadores e demais navegantes.

 



Escrito por Marcelo Figueiredo às 20h16
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Previsão para a navegação e pesca para 5 dias
Laguna a Paranaguá
Alertas: HOJE, VENTOS FORTES. AMANHÃ, SEM ALERTA.

Nesta quinta-feira e na sexta-feira, variação de nuvens e chuva por alguns momentos principalmente no início e fim do dia.

Previsão para hoje (17/05/2012) - tarde e noite: Quinta-feira, ventos de SE a E, força 2 a 3 e rajadas de 40 a 60 km/h. Ondas de S a SE de 0.5 a 1.0 m e picos de 2.0 a 2.5 m, mais altos afastado da costa. Mais nuvens e condição de chuva isolada principalmente no início e fim do dia na área de pesca, devido à circulção marítima.

Previsão para amanhã Sexta-feira, ventos de E a NE, força 2 a 3 e rajadas de 40 a 50 km/h. Ondas de SE a E de 1.0 a 1.5 m e picos de 2.0 a 2.5 m, mais altos afastado da costa. Mais nuvens e condição de chuva isolada no início e fim do dia, alternando com períodos de aberturas de sol, na área de pesca.


Sábado, ventos de NE, força 2 a 3 e rajadas de 30 a 40 km/h. Ondas de E de 1.0 m e picos de 2.0 m, mais altos afastado da costa. Presença de sol na área de pesca.

Tendência:
No domingo e na segunda-feira um sistema de alta pressão no Sul do Brasil mantém formação de nevoeiros na madrugada, presença de sol e elevação nas temperaturas na área de pesca. Ventos de NE com rajadas de 30 e 40km/h. Ondas de E/SE com picos de 2.0 a 3.0 m, mais altos na segunda-feira.

 

  


Previsão para a navegação e pesca para 5 dias
Chuí a Laguna
Alertas: HOJE, VENTOS FORTES. AMANHÃ, VENTOS FORTES.

Nesta quinta-feira e na sexta-feira, presença de sol na maior parte da área de pesca, entre Laguna e Passo de Torres, mais nuvens e condição de chuva isolada sobretudo no início e fim do dia.

Previsão para hoje (17/05/2012) - tarde e noite: Quinta-feira, ventos de E a NE, força 3 e rajadas de 40 a 60 km/h. Ondas de SE a E de 1.5 m e picos de 2.0 a 2.5 m. Presença de sol na maior parte da área de pesca. Entre Laguna e Torres, mais nuvens e condição de chuva isolada.

Previsão para amanhã Sexta-feira, ventos de NE, força 3 e rajadas de 40 a 60 km/h. Ondas de E a NE de 1.0 a 1.5 m e picos de 2.0 a 2.5 m. Mais nuvens e condição de chuva isolada na madrugada entre Laguna e Torres. No decorrer do dia, presença de sol na área de pesca.


Sábado, ventos de , força 0 e rajadas de km/h. Ondas de E a NE de 0.5 a 1.0 m e picos de 1.5 a 2.0 m. Nevoeiro na madrugada e início do dia com presença de sol na área de pesca.

Tendência:
No domingo e segunda-feira um sistema de alta pressão no Sul do Brasil mantém formação de nevoeiros na madrugada, presença de sol e elevação nas temperaturas na área de pesca. Vento de NE com rajadas de 40 a 60km/h, mais fortes na segunda-feira. Ondas de E com picos de 1.5 a 2.0m.




Escrito por Marcelo Figueiredo às 20h10
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Náufrago processa operadora de navio que não prestou socorro

Operadora Princess Cruises não teria ajudado pescador panamenho que ficou 28 dias à deriva e teve colegas mortos

BBC Brasil

Um pescador panamenho que sobreviveu 28 dias no oceano Pacífico e presenciou a morte de dois colegas abriu um processo contra a Princess Cruises, operadora de um navio que passou pelo grupo sem prestar socorro.

Adrian Vasquez decidiu entrar na Justiça da Flórida acusando a empresa de negligência. Passageiros do cruzeiro disseram ter visto os pescadores e alertado a tripulação, mas a empresa diz que o capitão da embarcação não foi avisado.

A advogada do pescador, Edna Ramos, disse que o processo inclui o testemunho de dois passageiros que confirmam ter visto os náufragos e alertado a tripulação.

A passageira Judy Meredith afirmou a jornalistas que viu os pescadores com um binóculo e avisou um atendente, que confirmou ter repassado a informação à tripulação.

Água

Os três pescadores voltavam de uma viagem ao Rio Hato, para onde haviam ido em fevereiro, quando um dos motores do barco de cerca de três metros de comprimento falhou.

Após 16 dias à deriva, eles avistaram um navio de cruzeiro e tentaram fazer sinais com um casaco vermelho. "Ficamos muito felizes, porque achamos que eles viriam nos resgatar", disse Vasquez.

Ele foi resgatado dias depois a cerca de 1 mil quilômetros do continente, próximo às Ilhas Galápagos, quando seus amigos já haviam morrido de sede.

 

Uma tempestade repentina, que reabasteceu seus suprimentos de água, foi crucial para a sobrevivência de Vasquez.

A empresa disse que houve uma falha de comunicação. Afirmou ainda que está ciente das obrigações perante a lei internacional do mar e que esteve envolvida em mais de 30 resgates nos últimos dez anos. 

Obrigação 

A obrigação de prestar assistência, sob o artigo 98 da Convenção da ONU da Lei do Mar (UNCLOS), é um princípio difundido sobre a lei internacional do mar.

Segundo a legislação, desde que possa ser feito sem colocar a embarcação em sério risco, o capitão é obrigado a “prestar assistência a qualquer pessoa encontrada no mar em risco de se perder; a proceder com toda a velocidade possível para resgatar pessoas em dificuldade, se informado de sua necessidade de assistência, desde que tal ação possa ser razoavelmente es



Escrito por Marcelo Figueiredo às 20h51
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Mande sua opinião e ou comentário, isto é muito importante, colabore!!





Escrito por Marcelo Figueiredo às 19h25
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Barco de pesca japonês encalha na África do Sul

Embarcação com 28 pescadores e cão parou na praia na Cidade do Cabo.
Neblina pode ter contribuído para o acidente, dizem autoridades.

Do G1, com AP

Um barco japonês de pesca de cerca de 50 metros, com 28 pescadores e um cão a bordo, ficou encalhada em uma praia popular na Cidade do Cabo, na África do Sul, neste sábado (12).

Craig Lambinon, porta-voz do Instituto Nacional de Resgate Marítimo, disse que a neblina forte pode ter contribuído para o acidente, ocorrido durante a madrugaga, na First Beach, na região de Clinton.

Os pescadores e o cão foram resgatados em segurança.

Traineira japonesa encalhada neste sábado (12) na First Beach, na costa da Cidade do Cabo (Foto: AP)

Pescadores são resgatados da traineira neste sábado (12) na costa da Cidade do Cabo (Foto: AP)





Escrito por Marcelo Figueiredo às 10h07
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Olhar para o passado e trabalhar para o futuro, esta mensagem é para todos aqueles que podem realizar a construção de um Terminal Pesqueiro Público moderno, e que atenda toda a logística necessária para alavancar a pesca no Estado do Rio de Janeiro.

Eu estou cansado de ver tanto gasto com pesquisas e pouca ação dos governantes de todas as esferas, para a implantação do TPP.

Porém enquanto isto não acontece,por favor pelo menos inspirem-se, pois em um passado distante com muito menos recursos financeiros, mais com uma sagacidade e vontade de realizar um bem estar para o setor pesqueiro, um dia contruiu-se um belo Mercado Pesqueiro no Estado do Rio de Janeiro.

E então? que tal a minha sugestão de parar de fomentar pesquisas exdrúxulas e construir de uma vez o nosso TPP?



Escrito por Marcelo Figueiredo às 09h20
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"PARA OS GAIATOS QUE PESCAM CAMARÃO NO DEFESO".

 

DARPA coloca seu navio de mais de R$ 380 milhões à venda

A Darpa está colocando em leilão um de seus barcos mais valiosos. Trata-se do The Sea Shadow que, embora tenha custado US$ 195 milhões (mais de R$ 380 milhões), poderá ser arrematado na próxima semana com um lance mínimo de US$ 50 mil (R$ 100 mil). O navio stealth inspirou o barco controlado pelo vilão Elliot Carver em “007: O Amanhã Nunca Morre”.

Sea Shadow é um dos barcos mais famosos do mundo

O veículo poderoso não será entregue "por inteiro” para o novo proprietário. O Sea Shadow será desmontado e o arrematador do leilão receberá “apenas” quase 500 toneladas de metal. O material é bem valioso, equivale a, pelo menos, US$ 3 milhões (R$ 6 milhões).

O leilão acontecerá na página GSA Auctions, site parceiro do governo norte-americano. O Sea Shadow é um dos navios mais famosos da história e ficou “desaparecido” dos radares do mundo por nove anos, graças à tecnologia stealth utilizada em sua construção.




Escrito por Marcelo Figueiredo às 19h32
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                PONTAPÉ INICIAL.


                                         Secretário estadual de Desenvolvimento Regional e Pesca do Rio, Felipe Peixoto (foto abaixo) deu mais um passo para a implantação do Termainal Pesqueiro Público, TTP, na Praia de Itaoca em são Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro. De acordo com o secretário, até o fim deste mês, uma equipe de engenheiros do Ministério da Pesca irá ao local para as primeiras avaliações técnicas.

                                     AGRADO

                                         O ministro Marcelo Crivella ficou encantado com a idéia da cidade da pesca( nome dado ao futuro TTP), afirma Felipe, após reunião quarta-feira dia 02/05/2012 em Brasília no ministério da pesca. É que, pelo projeto, uma área de 700 mil m2 a ser destinada ao empreendimento, além do terminal de descarga, abrigará indústrias alimentícias também para processarem o pescado com toda a infraestrutura necessária.

                                                MAR DE EMPREGOS

                                          Além de enorme passo para o desenvolvimento do setor pesqueiro do Rio, o condomínio industrial da "cidade da pesca" vai criar mais de 5 mil empregos diretos logo nos primeiros anos de vida, afirma Felipe.





                                          ANTIGA NOVELA

                                          Promessa do governo Lula desde o primeiro mandato, em 2003, a instalação do TTP no Rio , inicialmente na Ribeira, Ilha do Governador, afundou-se em mar de polêmica e acabou embargada pela justiça.



Escrito por Marcelo Figueiredo às 07h55
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Conheça o peixe-sol!

Esse peixe, mais familiarmente conhecido como Opah, pesa 250 Kg e é muito aprecido em sushis!

 

O Opah é conhecido coloquialmente por muitos nomes: Peixe-Sol, Peixe-Lua, Peixe-Imperador e até mesmo Arenque de Jerusalém. Apesar de estarem presentes em quase todos os mares dos trópicos, são especialmente populares no Havaí, por sua carne leve e versátil. No Brasil são mais difícil de avistar, mas há registros de pesca na Bahia e no Espírito Santo.

O Opah, ou peixe sol.

Banco de imagens - Projeto Tamar

Alimentam-se principalmente de lulas, krill e peixes menores. Seus predadores, além do Homem, são os tubarões—e apenas tubarões grandes, pois, além de nadar depressa, este é um dos maiores peixes do mundo.

Um Opah pode medir até dois metros e pesar em torno de 250 kg, sendo 35% de sua massa corporal comestível. Foi um peixe muito popular na confecção de comida japonesa entre os anos 80 e 90—afinal, com um único Opah, era possível fazer quase 100 kg de sushi!

O peixe demonstrado na foto, entretanto, não sofreu o destino de virar comida. Ele foi pescado no mar brasileiro através de um projeto de captura e estudo de peixes de profundidade da costa brasileria, promovido pelo projeto TAMAR e liderado por Guy Marcovaldi, com participação de Alfredo Carvalho. Diversos exemplares já foram capturados no litoral baiano e todos são utilizados com fins acadêmicos de pesquisa e ensino para aprendermos mais sobre a espécie, seus hábitos e sobre como protege-la melhor.




Escrito por Marcelo Figueiredo às 15h20
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Índia inaugura 'prédio-peixe' como sede de departamento de pesca


Prédio governamental em Hyderabad chama a atenção pelo formato de peixe (Foto: Noah Seelam/AFP)

 

Órgão coordena parcerias comerciais para vendedores de pescado.
Edifício em formato de peixe foi inaugurado em Hyderabad.

O governo indiano inaugurou nesta sexta-feira (20) a sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento da Pesca na cidade de Hyderabad. O prédio chama atenção por ter sido projetado com a forma de um peixe.

O órgão coordena parcerias comerciais para vendedores de pescado em todo o país.

 

 

Prédio governamental em Hyderabad chama a atenção pelo formato de peixe (Foto: Noah Seelam/AFP)

 

 



Escrito por Marcelo Figueiredo às 21h24
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Manoel Indalercio Silva 

Um pescador que dedicou quarenta anos à sua profissão, estudou até a quarta série primária e lê pelo menos três livros por mês, dos mais diversos assuntos e autores. Super População, um Super Problema é resultado das experiências de vida e de leituras de alguém que tem opinião, mesmo que, muitas vezes, controversa...

O livro teve início em 1998, escrito à caneta num caderno escolar comum. O gosto que há décadas o autor tem pela leitura o ajudou e o induziu a escrever. Não escrever por escrever, mas expressar algo que possa ser compartilhado.

nelinho

SR.NELINHO

SUPERPOPULAÇÃO, UM SUPER PROBLEMA

Editora Baraúna.

Resumo
Super População, um Super Problema é um livro de leitura fácil, que aborda temas tanto do passado como do presente, além de falar sobre um futuro incerto. Do passado, trata até de fatos ocorridos séculos antes de Cristo. Teologia, política, economia, esporte, comportamento... A obra traz um pouco de tudo, sempre com algum comentário do autor. Cada um dos trinta e um capítulos começa com tema diferente e ao mesmo tempo convergente; como se fosse uma peça que se conecta para formar um todo.





Escrito por Marcelo Figueiredo às 12h16
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Pescador constrói 'teleférico' para pegar lagostas na Indonésia



Siswanto usa o equipamento para chegar a rochedo no mar.
'Teleférico' foi construído na praia de Timang em Gunung Kidul.

 

Siswanto faz a travessia entre os rochedos para pegar lagostas. (Foto: Dwi Oblo/Reuters)


O pescador Siswanto construiu um "teleférico" artesanal de madeira para atravessar o mar na praia de Timang em Gunung Kidul, perto de Yogyakarta, na Indonésia. Siswanto faz a travessia  entre os rochedos para pegar lagostas.

 

Pescador Siswanto construiu 'teleférico' para atravessar o mar em Gunung Kidul. (Foto: Dwi Oblo/Reuters)

 



Escrito por Marcelo Figueiredo às 18h31
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A melhor previsão do tempo está de volta.

A partir da próxima segunda-feira dia 27/02/2012, a melhor previsão do tempo para a atividade pesqueira estará de volta.

Os pescadores das áreas costeiras e oceânicas das regiões sul e sudeste do Brasil, voltarão a navegar com as informações valiosas do nosso blog.

Com mais de cinco anos de pesquisas na grande rede, direcionamos as melhores informações para a atividade pesqueira, que você só encontra aqui.

Além deste precioso trabalho ainda informaremos sobre a previsão de chuvas com pelo menos quatro dias de antecedência nos estados Brasileiros.

em 2011 tivemos mais de 90% de acertos e esperamos em 2012 elevar mais ainda nossa previsão.

Bem vindo a bordo e boa navegação a todos!!!



Escrito por Marcelo Figueiredo às 11h34
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TEMPO ATUAL ÁREA OCEÂNICA.



Escrito por figueiredo às 07h27
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TEMPO ATUAL.

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Escrito por figueiredo às 07h18
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PORQUE O MAR NÃO ESTÁ PARA PEIXE.

Nunca colocou uma concha no ouvido para ficar curtindo o barulho do mar, as ondas, a calmaria?

Hoje é mais realista colocar um IPod no ouvido e no volume máximo, pois assim aproximaremos o som que o oceano produz para boa parte das criaturas que vivem dentro dele.

Um navio de carga emite, pelo estouro das bolhas que seus propulsores criam na água, ruídos de 150 a 195 decibéis. Isto é maior que uma britadeira 120 decibéis. O pior é que 100 mil cargueiros cruzam o mar durante o ano inteiro.

Um dos problemas é que os animais marinhos usam a audição para quase tudo, encontrar lugar para procriação, o parceiro sexual, a comida, e o mar para complicar tudo isto virou uma linha cruzada, e cientistas concluíram que a baleia-azul está ficando surda está escutando até 90% do que antes, já a orca está precisando gritar produzir cantos mais longos para se fazer ouvir. Outras baleias aparecem mortas nas praias após testes militares com sonares caça-submarinos pois,235 decibéis causam hemorragia nos ouvidos e nos olhos dos animais.

Os oceanos são 70% da superfície do planeta, em volume representam muito mais que isso e sempre o vimos como uma vastidão infinita e  onipotente, mais estamos bastante enganados. Segundo a ONU, os mares estão em ruínas porque pescamos demais, produzimos lixo, gases do efeito estufa e esgoto demais e bagunçamos os ecossistemas. Pior nem fazemos idéia do quê está acontecendo lá embaixo em conseqüência disso. Ultimamente, aprendemos a pensar que o oceano está transbordando de tanta água, mais está acontecendo o contrário, ele está esvaziando, perdendo vida.

O mar não está para peixe porque indiscriminadamente fez sumir 90% dos peixes grandes e mudou a dieta humana. O atum–azul não é um peixe qualquer, é o peixe.  Primeiro porque ele tem sangue quente, o que lhe  permite cruzar os mares do Ártico aos trópicos. Sua arrancada ao caçar ou fugir é mais potente que a de um Porshe. Um atum-azul pode pesar o mesmo que um cavalo (500 quilos) e render 10 mil cortes do sashimi mais suculento e caro do mundo.

É por isso que, enquanto cardumes deles nadam pelo Mar Mediterrâneo, super pesqueiros rondam á sua caça, com a ajuda de sonares e de aviões localizadores. O navio que chegar primeiro e fechar a rede de cerco em volta dos bichos leva o prêmio, e leva para o Japão, país que captura 25% dos atuns-azuis dos oceanos.

No maior mercadão de peixes do planeta, o Tsukiji em Tóquio, um desses peixes é leiloado por até US$ 25 mil. Os que são pescados pequenos ficam enjaulados em fazendas de engorda nas costas de países com Espanha, Itália e Turquia e passam meses sendo alimentados com peixes gordurosos e depois são abatidos a tiros, isso mesmo a tiros.  Então seguem seu caminho rumo ao desaparecimento e ás mesas dos aficionados por sushis. Ainda bem que o atum consumido no Brasil não é desta espécie.

A saga do atum-azul começou na década de 1990, depois que a flotilha japonesa reduziu os estoques do Pacífico A 6% da população original. Em 10 anos de pesca no Mediterrâneo, já o levamos ao risco de extinção, pois  basicamente lançamos mais de 1 500 navios pesqueiros de última geração ao mar, pescamos dali 3 vezes mais atuns do que o limite para que a espécie se recomponha e turbinamos tudo isso com subsídios da União Européia. Empresas gigante do setor, da Espanha, da França e do Japão dividem um mercado que movimenta US$ 400 milhões ao ano.

Na Itália, até a máfia se meteu na caça ao atum. Ela ajuda a colocar aviões localizadores clandestinos nos ares da Líbia e da Argélia  em junho quando a pesca está proibida para dar alguma chance ás fêmeas em período reprodutivo.

A má notícia é que a trajetória do atum não é única. Já estamos repetindo essa lógica há mais de um século nos oceanos, e com muito mais tecnologia nos últimos 50 anos. Em Grand Banks, a leste do Canadá, reduzimos o bacalhau do tipo cod a 1% da população original.

O blue skate, uma arraia é usado em prato típico inglês, sumiu do mar do Norte. O esturjão do mar do Cáspio cujas ovas são o caríssimo caviar só sobraram 10%. Nossa indústria hoje, quando entra em uma nova área de exploração, tem bala para arrasar uma espécie comercial em 10 15 anos. Nesse ritmo, podemos chegar ao colapso de todas as áreas de pesca do planeta em 2048, hoje já inutilizamos ou pescamos além do sustentável em 76% dessas regiões no Brasil, sobe para 80%, segundo relatório recente do Greenpeace.

Essas projeções são parte dos estudos estatísticos de uma década de Boris Worm, professor de conservação marinha da Universidade de Dalhousie, no Canadá. Junto com outros cientistas, ele estimou que, das populações de grandes peixes que nadavam em nossos mares em 1900, podem ter sobrado ter sobrado só 10%. O pesquisador Callum Roberts, da Universidade de York, na Inglaterra, autor do livro “a história não natural do mar”, alerta para outro problema grave: estima-se que um quarto ou um terço de criaturas marinhas seja capturado acidentalmente a cada pesca de arrasto e jogado de volta ao mar, já morto ou morrendo. A ONU vem tentando, sem sucesso, tornar o arrasto ilegal em alto-mar. “o arrasto  é um meio muito rentável de pegar peixes. Camarões, lagostas. Duvido que ele vá acabar”, afirmou Worm.

O que também não deve acabar é outra burrada na gestão de nossos recursos marítimos, a pesca fantasma. Quando uma rede é perdida no mar, ela continua pescando sozinha, só que para ninguém comer. Vai afundando e carregando peixes e crustáceos, até ficar cheia e aterrissar no fundo. “Alguns jogam bolas de redes velhas ao mar para atrair atuns e não recolhem de volta”, diz o cientista Charles Moore, criador da fundação Algalita de pesquisa marinha, instituto californiano que se dedica a medir os impactos do lixo plástico nos oceanos. “ As redes fantasmas matam 100 mil mamíferos marinhos por ano só no Pacífico Norte”, afirma Moore.

Se desgraça pouca é bobagem, o que podemos esperar de impactos no dia-a-dia? No mínimo, uma mudança de dieta. Você já comeu água-viva? Bem, talvez daqui a 50 anos você se acostume com a idéia. No passado, os oceanos eram dominados por batalhões de tubarões, bacalhaus e peixes-espadas predadores que comiam peixes menores e que estão sendo dizimados. Com isso, muitos ecossistemas tiveram um boom desses peixinhos que eram suas presas, e também de invertebrados, criaturas filtradoras e comedoras de plâncton. São elas que estamos pescando mais hoje, segundo Daniel Pauly, cientista da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá. Depois de estudar as estatísticas de pesca entre 1950 e 1994, Pauly publicou um artigo-bomba em que afirma: “Estamos comendo hoje o que nossos avós usavam como isca”. Ele previu que, nesse ritmo, acabaríamos almoçando águas-vivas e jantando plâcton.

O mar virou a grande lixeira do planeta, para sumir com todo o lixo, só comendo. Imagine um prato de sopa á sua frente, daqueles caldos cheios de pedacinhos de legumes diferentes. Só que para cada pedaço de legume boiando há 6 pedaços de plástico. Você seria capaz de comer uma bolinha de plástico-bolha? O albatroz e a tartaruga-marinha, que se alimentam de moluscos, medusas e algas no grande sopão dos oceanos do mundo, não conseguem. Comem os alimentos e engolem junto o lixo sólido que flutua no mar. O mais comum é morrerem de desnutrição, com o estômago que, de tão entulhado, fica incapaz de ingerir ou absorver nutrientes.

A cena de uma necropsia no estômago de um albatroz mostrada em um vídeo do Youtube é tão contundente que já devia ter virado campanha anti-saquinho de supermercado. Com o bisturi, a bióloga cutuca e tira de dentro do bicho duas mãos cheias de lixo: 5 tampinhas de garrafa, 1 caneta, 1 pedaço de tela e até 1 escova de roupa! São os chamados entulhos marinhos, pedaços de lixos sólidos levados pelas correntes desde a Antártida até a Groelândia e que vitimaram até agora 267 espécies da fauna marinha, 60 a 80% desse lixo é plástico. E  essa sopa com 6 nacos de sujeira para cada 1 de legume – quer dizer, de zooplâncton- existe de verdade em um canto do planeta.

Ela é feita de 3,5 milhões de toneladas de lixo sólido, que se espalha por uma área pouco maios que o estado de Minas Gerais, a meio caminho entre a Califórnia e o Havaí. É o chamado Grande Lixão do Pacífico. Não, ninguém teve a insanidade de despejar conscientemente o entulho lá.



Escrito por figueiredo às 03h15
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PORQUE O MAR NÃO ESTÁ PARA PEIXE. (CONTINUAÇÃO)

Foram as próprias correntes marinhas que carregaram tudo para um tipo de redemoinho, os vórtices, onde eles ficam presos e se concentram cada vez mais. Esses vórtices existem em vários lugares dos oceanos. Mas nenhum é tão entulhado quanto o Grande Lixão.

A descoberta dele, em 1997, pelo cientista Charles Moore, levou os ecologistas a fazer campanhas mais agressivas contra a poluição plástica, em comparação com outras grandes fontes poluidoras dos oceanos, como os vazamentos de petróleo e o despejo de esgoto e de fertilizantes. O problema do plástico é que ele não é biodegradável. Ou seja, a ação da natureza sobre o papel, que se reduz a água e CO2 quando decomposto. Ele só é quebrado pela luz do sol, muito lentamente (algo como 450 anos para uma garrafinha de água) em pedaços cada vez menores, mas sempre polímeros plásticos.

Ainda não estamos comendo plástico, como os albatrozes. Mas não podemos evitar a ingestão das toxinas do plástico. Um pedaço de plástico tem uma carga tóxica dezenas de milhares de vezes maior que a da água salgada onde bóia. Quando vários deles são ingeridos pelo zooplâncton, a carga suja nessas criaturas aumenta, assim como nos peixes que as comem, nas focas que comem peixes e no urso que come a foca. Estudos feitos na Noruega mostraram que um urso-polar pode ter no organismo contaminação 3 bilhões de vezes mais alta do que a água ao redor dele.

Por conclusões assim, a Suécia , em 1995, começou a recomendar que as mulheres em idade fértil limitassem o consumo de arenque e salmão Báltico – e olha que o arenque e salmão são o feijão com arroz deles. Análises químicas mostraram que eles estavam muito contaminados com substâncias chamadas disruptoras endócrinas. Em peixes. Elas causam hermafroditismo. Em humanos, câncer, aumento da próstata e puberdade precoce, entre outros distúrbios.

E, se o oceano virou um enorme lixão, a culpa não é de como ocupamos o mar, mas do que fazemos na terra. O cálculo mais aceito é que 80% da poluição dos mares é produzido no continente. Do esgoto ao sapato largado no bueiro. “o oceano fica em um nível mais baixo do que qualquer lugar no planeta. O entulho plástico não vem só da costa, mas dos estados do interior, do escoamento dos rio”, diz o cientista Charles Moore. “o oceano é o destino final de todo o nosso lixo”.

O tráfego naval é outro fator que está levando a biodiversidade marinha á ruína. Noventa por cento das mercadorias comercializadas entre os países são transportadas por navios. A frota mundial de cargueiros chega a quase 100 mil. Para os nossos padrões rodoviários, até que não é muito: é um quinto dos carros que deixam São Paulo rumo ao litoral em um feriado prolongado. Além disso, os grandes cargueiros não despejam na atmosfera nem metade do dióxido de carbono que os caminhões de nossas estradas. Mas, então, por que os navios são tão ruins? Porque seu impacto ambiental não se mede só pela poluição que ele gera mais pela quantidade de vida que carrega.

A flotilha de cargueiros do planeta transporta, além de seus contêineres, algo entre 7 mil e 10 mil espécies de criaturas marinhas todos os dias. Algumas viajam grudadas no casco, enquanto outras vão nadando nos 10 bilhões de toneladas de água de lastro levadas nos porões dos navios. Estima-se que a cada 9 semanas, uma dessas espécies se instala de vez em um ecossistema novo. E se dá muito bem por lá – o que causa uma confusão dos infernos na comunidade local.

Uma das conseqüências dessas viagens clandestinas teriam sido as 10 mil mortes por cólera na América do Sul – os primeiros casos da doença aconteceram na região dos portos, e os vibriões podem ter viajado pela água de lastro vinda de áreas endêmicas. Nos EUA, o problema é o mexilhão-zebra, originário de lagos da Rússia e que infestou 40% das vias navegáveis internas do país. O bicho se reproduz vertiginosamente e se incrusta em tudo o que é superfície dura – de cabos de internet submersos a pontes -, contamina tubulações de água potável e entope filtros dos sistemas de arrefecimento industriais. E gerou gastos com medidas de controle de até US$ 1 bilhão entre 1989 e 2000. Os animais marinhos também sofrem: no mar Negro, a água viva filtradora Mnemiopsis leidyi se espalhou assustadoramente, comendo os estoques de plâncton e matando de fome crustáceos e peixes.

Você deve estar se perguntando por que os navios precisam carregara essas criaturas. Funciona assim: quando um cargueiro sai vazio ou meio cheio do porto, ele tem que armazenar água do mar em tanques, para ter a mesma estabilidade (o chamado lastro) de quando está com carga completa. Chegando ao porto de destino, ele esvazia os tanques enquanto carrega as mercadorias. E essa água vem misturada a areia, pedras, mexilhões, plâncton, peixes, bactérias, vírus. Toda a turma cabe lá dentro porque quase toda espécie marinha tem em seu ciclo de vida uma fase planctônica, em que é minúscula.

Em 2004, uma convenção internacional da Organização Marítima Internacional, estabeleceu parâmetros de gerenciamento das águas de lastro para cargueiros. Apesar de ainda não ter entrado em vigor, já induziu leis nacionais, como no Brasil, a exigir a troca da água de lastro em alto-mar (evitando a invasão nas regiões costeiras). Sistemas de filtração conseguem impedir a entrada de organismos maiores nos tanques de lastro, alguns tratamentos de aquecimento da água ou supersaturação de gás podem matar boa parte dos organismos ali dentro- mas não vírus, bactérias e protozoários. Enfim, não existe um método totalmente eficaz de eliminação dos invasores. E nem há o que fazer contra mexilhões e larvas que se prendem ao casco dos barcos.

Enquanto isso, a indústria naval promete dobrar sua frota até 2025. Os navios vão promover uma globalização que vai além de uniformizar as marcas nas prateleiras dos supermercados: a globalização dos ecossistemas submersos.

Na nossa cabeça, algumas convicções parecem sagradas: desertos são secos, recifes de corais são coloridos e ostras tem casca grossa. Pois no mundo de ponta-cabeça das mudanças climáticas, alguns conceitos precisam ser revistos. O primeiro contra-senso nada tem a ver com o clima, é apenas ignorância nossa mesmo. É que o oceano sempre teve os seus desertos. São 5, todos em alto-mar o maior deles no Pacífico Sul. Assim como na terra, são lugares de pouquíssima fotossíntese, quase sem fitoplâncton, e que por isso não abrigam muita vida. O problema é que o mundo está ganhando cada vez mais desertos de água. Um estudo do oceanógrafo americano Jeff Polovina estimou que, em 10 anos, 6,6 milhões de Km² de área  produtiva dos mares viraram desertos. Ele usou imagens de satélites que enxergam a “cor” do oceano (preto é deserto, azul é mais produtivo e verde tem fitoplâncton abundante). E as manchas “pretas” se expandiram a velocidade de um estado do Texas por ano.

De quem é a culpa? De gases do efeito estufa. A água do mar está mais quente. Assim “a ressurgência [fenômeno em que as águas frias e profundas, ricas em nutrientes, sobem á superfície] está diminuindo, porque é mais difícil para a água fria se misturar a águas superficiais, que são quentes e leves”, explica Jeremy Jackson, um dos mais influentes ecologistas marinhos da atualidade. Isso afeta o suprimento de nutrientes na superfície e mata o fitoplâncton.

 



Escrito por figueiredo às 03h12
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PORQUE O MAR NÃO ESTÁ PARA PEIXE. (última parte)

A segunda informação surpreendente é que a Grande Barreira de Corais australiana – aquela pirotecnia de cores e peixes  e tartarugas-marinhas que é a única estrutura viva do planeta que pode ser vista do espaço- está ficando branca. Ou melhor, pálida. E não só ela mas todos os recifes de corais da Terra. De novo, a culpa é dos mares quentes. Eles fazem os corais sofrer, se contrair e começar a sufocar as algas que vivem em simbiose dentro deles – dando a sua cor e seu alimento. As algas então liberam toxinas para forçar o coral a expulsá-las. Então eles ficam brancos e doente. Se a temperatura continua quente e há outros desequilíbrios ao redor, os corais morrem.

A terceira aberração é que as ostras, mexilhões e caranguejos podem começar a perder a sua concha, ou tê-la mais quebradiça. Basicamente porque o oceano absorve de 30 a 50% do CO2 que jogamos na atmosfera, e isso reage com a água, formando ácido carbônico. Os mares estão mais ácidos. Já perderam 0,1 unidade do seu pH, que pode cair mais 0,5 até 2100, segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas. Tanto ácido pode corroer a concha de ostras, mariscos e mexilhões. O plâncton calcário também vai sofrer, o que desequilibra cadeias alimentares inteiras – incluindo estoques pesqueiros. Por fim, o ácido deve seqüestrar os carbonatos da água, substâncias que são usadas pelos corais para calcificar seu esqueleto.

Recifes de corais são os sistemas mais vulneráveis ao exagero da emissão de carbono na atmosfera. Isso tem desesperado os cientistas. Corais estão para o mar como as florestas tropicais estão para a terra: são campeões de biodiversidade. Tais como as florestas,  acredita-se que possam guardar tesouros em termos de substâncias potencialmente curadoras de doenças.  Pelo menos dois remédios largamente utilizados por humanos – o AZT, coquetel contra o vírus da AIDS, e o Acyclovir, que combate o herpes – são derivados de componentes encontrados pela primeira vez em esponjas do mar. E a possibilidade de perder de vez essas riquezas antes mesmo de descobri-las não é pequena. “ no Caribe, a cobertura viva de corais já caiu de uma média de 55% em 1977 para 5% em 2001, enquanto os macroalgas que os substituem aumentaram de 5 a 40% , afirma Jackson. “nas últimas décadas, a quantidade de corais vivos no mundo diminuiu entre um terço e mais de dois terço”, diz o ecologista marinho.

Enquanto não enxergarmos o que acontece nos oceanos, não vamos protegê-los. Dados da Organização Mundial do Turismo mostram que 80% do turismo mundial concentra-se no litoral, sendo praias e recifes de corais nossos principais objetos de desejo. Talvez a esperada viagem de mergulho a Abrolhos ou a Fernando de Noronha seja a ficha que falta cair para percebermos que o ecossistema marinho tem um equilíbrio delicado. E que, enquanto bagunçamos todos esses ecossistemas e fazemos pesquisas para descobrir como reverter os estragos, os corais vão silenciosamente perdendo a cor. Os bacalhaus da região de Grand Banks, a leste do Canadá, no oceano Atlântico, não estão conseguindo regenerar sua população, mesmo com o fim da pesca comercial. Mais plástico se acumula no estômago dos albatrozes e as 175 espécies exóticas já instaladas na área que mais sofre com esse problema no mundo – a baía de São Francisco, nos EUA- causam prejuízos bilionários. O bom senso pede que tentemos salvar com urgência esse mundo invisível. Mas ele mostra que não veio com manual de conserto; ninguém sabe bem o que ainda está a tempo de ser salvo.

 



Escrito por figueiredo às 03h10
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PORQUE OS METEOROLOGISTAS ERRAM TANTO

Ok, a gente está sendo injusto. Como todos que são fiscalizados com muita atenção – a barriga das celebridades, o técnico da seleção -, a previsão do tempo tem seus deslizes supervalorizados. A verdade é que ela melhorou muito, passando de 50% de acerto há 25 anos [o equivalente a tirar cara ou coros] para atuais 90% de precisão para hoje e amanhã. Mas os 10% restantes lembram que a meteorologia não é uma ciência exata. Tanto que o último passo do processo é justamente um chute – baseado em cálculos complexos e análise exaustiva de milhares de informações, mas um chute, fruto do feeling do meteorologista.

A lógica da previsão do tempo ainda é a mesma de quando ela surgiu. No século 19: coletar o maior número de dados sobre o clima, no maior número de lugares e horários possível, e extrair deles o melhor prognóstico. A diferença está nas novas formas de coletar dados (aviões, radares etc.) e compartilhá-los (internet). Além disso, surgiram as previsões numéricas, modelos matemáticos complicadíssimos que simulam o clima. “foi uma revolução. Com essas equações, pode-se obter projeções seguras para o futuro.

Com dados meteorológicos e modelos matemáticos na mão, basta alimentar os super computadores que eles dizem na hora se vai chover ou não, certo? Não. Devido á natureza literalmente caótica do clima, o máximo que o computador oferece são probabilidades.

Cabe ao meteorologista analisar os cenários e, levando em conta sua experiência e conhecimento da região, usar seu feeling para eleger a previsão mais confiável.

Tudo o que está por trás de uma simples previsão do tempo: máquinas do tempo, móveis ou fixas, são milhares coletando dados por todo o globo terrestre. Avião, cada um deles é um laboratório voador. Aeronaves comerciais também dão uma mão, coletando dados meteorológicos durante seus vôos. Balão meteorológico, normalmente faz medições entre a superfície da terra e a estratosfera, a uns 21 km de altura. Fica a deriva por vários dias. Eles medem pressão atmosférica, temperatura do ar, umidade relativa do ar e direção dos ventos.

Fatores de equação meteorológica. Pressão atmosférica, ajuda a prever frentes frias. Se for baixa, quase sempre significa mau tempo. Temperatura do ar, medida globalmente, regiões frias influenciam as quentes, e vice-versa.

Munido  dos dados meteorológicos, fotos de satélite, previsões numéricas, supercomputadores, sua experiência e o conhecimento do clima de determinada região, o meteorologista faz seu chute – a previsão que sai na mídia. Para um ou dois dias, o acerto é de 90%. de 3 a 8 dias, vai caindo até 60%. Acima  de 7 dias deixa de ser confiável.

Estação Meteorológica, são instalações repletas com os mais modernos aparelhos de medição das variáveis climáticas. Podem ser automáticas ou convencionais, gerenciadas por uma equipe de técnicos.

Satélites, tiradas de 850 de altura, suas fotos são um retrato fiel da atmosfera. Os satélites NDAA-12 E NDAA-14 atravessam o Brasil de norte a sul – o primeiro foi lançado pelos EUA em 1959.

Bóias, fundamentais para entender as correntes marítimas, ficam no meio do oceano e transmitem seus dados via satélite. Há 700 dispersas pelos mares do mundo.

Radar, usado principalmente para observar as chuvas, em até 400 km á sua volta. Ele consegue detectar tornados e furacões. Geralmente, fica em locais de grande altitude.

Umidade relativa do ar, indica a possibilidade de chuva ou estiagem.

Direção dos ventos, quando vários convergem, podem alterar todo o quadro.

Precipitação, mede-se a quantidade de chuva, assim a intensidade e duração.

Temperatura do mar, determina padrões climáticos globais, como El NIño e La Niña.

Cobertura de nuvens, a distribuição e o tipo das nuvens dizem como o clima vai andar.

Ondas, são observadas principalmente para a emissão de alerta em caso de agitação marítima.

 

 



Escrito por figueiredo às 16h54
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Troca de satélite pode prejudicar previsões meteorológicas no Brasil

Novo equipamento monitora o país com menos frequência.
Em casos extremos, poderá ser usado só para Hemisfério Norte.

 

 Meteorologistas brasileiros terão de se preocupar também com o clima do Hemisfério Norte em 2010. Caso haja eventos extremos por lá, a previsão do tempo no Brasil poderá ser prejudicada, com impactos sobre a aviação civil, agricultura e o monitoramento de tempestades.

 As informações são do repórter Herton Escobar, do jornal "O Estado de S. Paulo".

 O satélite norte-americano do qual o País dependia para esse serviço, o GOES 10, foi desativado no início de dezembro. Ele produzia imagens da América do Sul a cada 15 minutos. Seu substituto imediato, o GOES 12, continua a fornecer imagens do continente, mas com uma frequência menor - a cada 30 minutos.

 Até aí tudo bem. Os 15 minutos a mais não alteram a confiabilidade da previsão do tempo no País, segundo o chefe da Divisão de Satélites do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Carlos Frederico de Angelis.

 O problema é quando houver condições meteorológicas extremas no Hemisfério Norte - situação frequente no verão e na primavera, quando ocorrem as temporadas de furacões e tornados nos Estados Unidos.

 Nesse caso, os "olhos" do GOES 12 poderão ser direcionados para lá, deixando o Brasil "às cegas" por períodos de até três horas. "Aí começamos a ter problemas, pois, com essa periodicidade, não conseguimos fazer previsões de curto prazo (para períodos menores do que três horas)", explica.

 Isso pode ser um problema para a previsão e o monitoramento de tempestades que se formam e se deslocam rapidamente, como as pancadas de chuva que vêm causando desastres no Rio e em São Paulo nas últimas semanas.

 "É um pouco complicado, pois há nuvens que se formam e desaparecem em questão de uma hora, e não teremos registro delas", diz o coordenador geral de Agrometeorologia do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Alaor Moacyr Dall'Antonia Junior.

 A segurança na aviação também poderia ser comprometida, com uma diminuição na precisão das previsões meteorológicas para planejamento de voos. Na agricultura, o Inpe ficaria impossibilitado, por exemplo, de calcular o acumulado de chuva para um determinado dia com base em imagens de satélite - uma informação crucial para o manejo das lavouras.

 O satélite mais novo da série, o GOES 14, foi lançado em junho do ano passado e está passando por um período de comissionamento. Segundo Dall'Antonia, do Inmet, uma vez que esse processo seja concluído, o GOES 14 deverá assumir a função do GOES 12 para o Hemisfério Norte, e o GOES 12 passará a se dedicar exclusivamente à América do Sul, como fazia o GOES 10.

 A expectativa é de que isso ocorra em junho deste ano. Até lá, Dall'Antonia garante que "o Brasil não ficará descoberto", pois pode ainda recorrer ao satélite europeu Meteosat, que fornece imagens a cada 15 minutos. De Angelis, do Inpe, porém, faz a ressalva de que "a única região de boa confiança para o Meteosat é o Nordeste", por causa da posição do satélite (que fica na intersecção de Greenwich com o Equador, sobre a costa da África).

 

 



Escrito por figueiredo às 08h02
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SR.ADÃO.

Grande amigo Sr. Adão, foi um prazer e uma grande honra conhecê- lo e trabalhar para o senhor, homem de poucas palavras, coração puro e de muitos amigos, sempre muito generoso e trabalhador.
Sempre era motivo de orgulho e satisfação ouvir suas histórias e aprender sempre com sua imensa sabedoria e humildade.
Muito atento em tudo que acontecia mesmo passando a maior parte da vida no mar, pois sempre que chegava em terra e ia na estação de rádio para me comprimentar percebia que estava sempre atualizado dos fatos.
Quantas alegrias passamos ao bebermos generosas geladas onde o papo fluia de uma maneira especial em qual infelizmente nessa horas o tempo voava.
Na última vez em que tivemos juntos em sua última descarga, mesmo cansado devido a uma madrugada de trabalho fui para casa feliz por tê-lo encontrado logo após sair do plantão...
Se soubesse que seria a última vez que o veria queria ter dito, obrigado por tudo grande amigo...descanse em paz.



Escrito por figueiredo às 13h51
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RIO 2016 É UMA REALIDADE!!!!

Agora que está confirmada a olimpíada no Rio de Janeiro é torcer para que o ministério publico aprimore-se cada vez mais para inibir tudo de errado do que aconteceu no Pan 2007!

E toda a sociedade de bem deve em todos os dias até o começo dos jogos fiscalizar os gastos.



Escrito por figueiredo às 01h30
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GESTÃO DO FÓSFORO



“Um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal: Estes quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que conhecemos.
Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia.
Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente: “- Bem-vindo ao Venetia!” Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático.
No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira, para ser riscado. Era demais! Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite começou a pensar que estava com sorte.
Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado, naquele local, até então. Assinou a conta e retornou para quarto. Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira. Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um.. Que noite agradável aquela!
Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar, vindo do banheiro. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia: “Sua marca predileta de café. Bom apetite!” Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe? De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café.
Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal. “Mas, como pode?! É o meu jornal! Como eles adivinharam?” Mais uma vez, lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista Havia perguntado qual jornal ele preferia. O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor.
Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial? Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal. Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje. Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing e, no entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito mais desconfiado. Mudamos o layout das lojas, pintamos as prateleiras, trocamos as embalagens, mas esquecemos-nos das pessoas. O valor das pequenas coisas conta, e muito. A valorização do relacionamento com o cliente. Fazer com que ele perceba que é um parceiro importante!!!
Lembrando que: Esta mensagem vale também para nossas relações pessoais (namoro, amizade, família, casamento) enfim pensar no outro como ser humano é sempre uma satisfação para quem doa e para quem recebe. Seremos muito mais felizes, pois a verdadeira felicidade está nos gestos mais simples de nosso dia-a-dia que na maioria das vezes passam despercebidos. “



Escrito por figueiredo às 00h03
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FORÇAS ARMADAS MOSTRAM PREOCUPAÇÃO COM VULNERABILIDADE DO ESPAÇO MARÍTIMO BRASILEIRO.


A vulnerabilidade do mar brasileiro é, atualmente, o eixo da inquietação dos militares, embora não admitam o fato publicamente. No entanto, as forças Armadas reconhecem, em apresentações internas, que a defesa dos espaços marítimos brasileiros, incluindo a área do pré-sal, é um desafio abissal.
além da conhecida defasagem tecnológica, cenários não afastam a possibilidade de questionamentos futuros sobre a soberania nacional nos campos mais remotos de exploração oceânica de petróleo.
No passado, os militares concentravam tropas e armas na fronteira gaúcha por acreditar que, caso necessário, teriam pela frente um conflito clássico. Na Amazônia, apostam até hoje no território inóspito como aliado e na guerra assimétrica (não convencional) para derrotar um inimigo mais forte. Mas, no caso da defesa em alto-mar, sabem que o emprego da melhor tecnologia é decisivo. E que, mesmo com a compra de submarinos e caças modernos, como o governo pretende, o país continuará longe de se opor a uma potência inimiga porque a diferença é muito grande.

os problemas, porém, não se restringem à hipótese bélica. Nem todos os países reconhecem os direitos de outros sobre as águas mais distantes da costa. Em outubro do ano passado, o capitão-de-mar-e-guerra Marcos Almeida, oficial do Estado-Maior da Armada, em palestra no Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval, alertou que 40 nações, entre as quais Estados Unidos e Venezuela, não haviam assinado a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (1982).
Marinha tem plano para a defesa do pré-sal
Comentários
Indagada sobre o que falta, hoje, para garantir a soberania brasileira no pré-sal e outros campos de exploração de riquezas marinhas, a Marinha brasileira , visando a intensificar a sua presença nas "águas jurisdicionais brasileiras", a Força apresentou ao Ministério da Defesa um projeto para a criação do "Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul" (SisGAAz), que terá a capacidade de efetuar o monitoramento contínuo das águas nacionais. "Como apenas o monitoramento não é suficiente para a garantia da soberania no mar, a ação de presença, efetuada por meios navais, se faz necessária nas áreas marítimas de interesse".
A Marinha, em decorrência da Estratégia Nacional de Defesa (END), elabora o seu Plano de Equipamento e Articulação, com metas de curto, médio e longo prazos, contemplando uma proposta de "distribuição espacial das instalações militares e a quantificação dos meios necessários ao atendimento eficaz das hipóteses de emprego". a aprovação e a execução do plano produzirão "reflexos positivos para a economia nacional, estimulando diversos setores da cadeia produtiva associados à indústria naval e de defesa, bem como a geração de novos empregos".
Sobre a defesa da soberania na exploração do pré-sal, só haveria preocupação com os países não signatários da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, que estabelece todos os direitos inerentes aos Estados quanto à exploração e ao aproveitamento dos seus recursos econômicos no mar, solo e subsolo marinhos.
"A preocupação só seria válida pela possibilidade de violação dos direitos previstos ou mesmo em conflitos de interpretações destes e pela não aceitação desse direito por parte de um país não signatário", disse o Centro de Comunicação Social da Marinha.E os EUA, apesar de não assinarem, têm dado demonstrações de respeito ao acordo.



Escrito por figueiredo às 00h00
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DERRETIMENTO DO ÁRTICO

Derretimento no Ártico pode afetar um quarto da população mundial, diz WWF

O nível do mar pode aumentar mais de um metro até 2100 com o derretimento do gelo do Ártico, causando a inundação de regiões costeiras e afetando potencialmente um quarto da população mundial, de acordo com relatório divulgado nesta quarta-feira pela organização internacional para a preservação da natureza, World Wildlife Fund (WWF).

O documento sugere que o aumento do nível das águas seria quase o dobro do previsto no estudo do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) que, em 2007, estimava este número em 59 centímetros.

A WWF diz que o relatório Feedbacks do Clima do Ártico: Implicações Globais é o primeiro do tipo a incorporar o impacto do derretimento do gelo na Groenlândia e da porção ocidental da Antártida sobre o nível do mar, regiões que não foram consideradas nas projeções do IPCC.

As temperaturas do ar no Ártico aumentaram quase duas vezes em relação à média global nas últimas décadas, diz a WWF. "O que este relatório nos permite ver são as (...) amplas consequências globais deste aquecimento", disse o cientista Martin Sommerkorn, consultor para mudanças climáticas do programa da WWF para o Ártico..

O derretimento do gelo do Ártico se tornaria um motor de mudanças climáticas mais acentuadas, diz o documento da WWF.

O relatório prevê que a perda acentuada do gelo com o aquecimento do Ártico influenciaria o clima além da região. O fenômeno mudaria a temperatura e os padrões de precipitação de chuvas na Europa e na América do Norte, afetando a agricultura, florestas e recursos hídricos.

O documento explica que o solo congelado do Ártico reserva o dobro do carbono mantido na atmosfera e, que se o aquecimento da região continuar, o gelo do solo vai se derreter e liberar carbono na atmosfera na forma de dióxido de carbono e metano em níveis significativos.

A concentração de metano, um gás causador do efeito estufa especialmente poderoso, vem aumentando na atmosfera nos últimos dois anos e há sugestões de que isso se deve ao aquecimento da tundra do Ártico.

"Este relatório mostra que é urgentemente necessário controlar as emissões dos gases do efeito estufa enquanto ainda podemos", disse Sommerkorn.

"Se nós permitirmos que o Ártico fique quente demais, há dúvidas sobre se poderemos manter a cadeia de implicações desse fenômeno sob controle."

O tratado a ser negociado na capital dinamarquesa vai ser a sequência do Protocolo de Kyoto.

"Nós acreditamos que estas informações são críticas para se levar às pessoas diante do novo acordo sobre mudanças climáticas que será negociado em Copenhague (Dinamarca) em dezembro."



Escrito por figueiredo às 08h25
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IMPACTO DA MUDANÇA CLIMÁTICA NO PLANETA.

 

Em 2 de fevereiro de 2007, foi divulgado o "Sumário para Quem Faz Políticas Públicas", que resume o documento "Mudança Climática 2007: A Base Científica". Elaborado por pesquisadores do IPCC (Painel Intergovernamental para Mudança Climática), colegiado internacional que estuda as mudanças climáticas, este documento deverá compor o IV Relatório de Avaliação dos cientistas.


Temperaturas


O aumento da temperatura média global foi de 0,74°C (variando de 0,56°C a 0,92°C) no período 1906-2005 (relatório 2006) e de 0,6°C (variando de 0,56°C a 0,92°C) no período 1901-2000 (relatório 2001), o que mostra quanto o aquecimento global acelerou-se nos últimos anos. Dos últimos 12 anos, 11 estão entre os mais quentes desde 1850.

As projeções para o século XXI, até 2100, mostram um aumento da temperatura média do planeta entre 1,8°C e 4°C, em relação ao século anterior (1980-1999). Em cenários mais pessimistas, o aumento pode chegar a 6,4°C.


Precipitação


Um aumento significativo de precipitação foi observado na parte leste da América do Norte e da América do Sul, norte da Europa, norte da Ásia e Ásia central. O clima ficou mais seco no Sahel, Mediterrâneo, sul da África e parte do sul da Ásia.

Nas projeções para o século XXI, a precipitação apresenta grande variabilidade em termos espaciais e temporais. É muito provável um aumento da mesma, em latitudes mais altas, e uma diminuição, em regiões subtropicais.


Oceanos


Os oceanos absorvem mais de 80% do calor acrescentado ao sistema climático e tiveram sua temperatura média aumentada até uma profundidade de 3.000 metros (estudos realizados desde 1961).

O aquecimento da água do mar provoca sua dilatação e o nível dos oceanos poderá subir de 18cm a 59cm, até 2100, em relação ao período 1980-1999.


Impactos no mundo


Aumento da freqüência e intensidade de eventos extremos, tais como: número de dias frios e quentes, ondas de calor e frio, fortes precipitações, períodos de secas mais intensas e prolongadas.

Ciclones tropicais, tufões e furacões mais intensos, com ventos e chuvas mais fortes.

Mudanças nas temperaturas da superfície do mar e nos padrões de vento.

Regiões polares como as mais afetadas, com diminuição do gelo no Ártico e Antártico. Em cenários mais negativos, no Ártico a temperatura ficaria até 7,5°C acima da média atual e o gelo praticamente desapareceria, no fim do verão.

Desaparecimento completo do gelo na Groelândia, o que implica em uma elevação de 7m no nível do mar. O Himalaia também seria outra região seriamente afetada, com suas geleiras.

Maior freqüência de inundações, desaparecimento de algumas ilhas e superfícies férteis, diminuição dos recursos de água potável.



 



Escrito por figueiredo às 11h10
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SE DEPENDER DE MIM


Pontos de honra para aqueles que pretendem cargos públicos leiam em voz alta:



1. Não haverá nenhuma rua sem árvore;


2. Não haverá nenhuma criança sem pão;


3. Não haverá nenhum julgamento sem justiça;


4. Não haverá nenhum homem, apto, sem trabalho;


5. Não haverá nenhuma Mãe sem leite;


6. Não haverá nenhuma família sem segurança;


7. Não haverá nenhuma medida que beneficie máquinas prejudicando homens;


8. Não haverá nenhuma oportunidade de as exceções serem regras;


9. Não haverá diplomas sem habilitação;


10. Não haverá privilégios que não resultem no benefício da coletividade;


11. Não haverá nenhum doente sem assistência;


12. Não haverá nenhuma "mensagem" negativa;


13. Não haverá nenhuma cobrança sem dívida;


14. Não haverá exportação do que fará falta;


15. Não haverá importação do que não faz falta;


16. Não haverá ninguém ensinando sem, antes, ter aprendido;


17. Não haverá ninguém valorizando produtos, desvalorizando gente;


18. Não haverá Invertidos vendendo mensagens;


19. Não haverá progresso matando gente;


20. Não haverá nenhuma notícia que não corresponda à verdade;


21. Não haverá nenhuma restrição à valorização da arte;


22. Não haverá o temor do desamparo nem da infância, nem da velhice;


23. Não haverá nenhum templo sem Deus;


24. Haverá total liberdade de os Homens serem melhores.


Sabe por que o mundo não é melhor? Pela carência de homens com coragem para tentar melhorá-lo.


Memorial Hélio Ribeiro.





Escrito por figueiredo às 16h18
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EXTINÇÃO DOS CARANGUEIJOS


A falta de respeito com a natureza prejudica a fauna carioca. Uma das vítimas é o caranguejo.


Não confunda caranguejo com o siri. Eles podem até ser vizinhos, mas o caranguejo não sabe nadar. Suas duas últimas patas são garras - e não nadadeiras, como as do siri. Ambos têm dez patas. Duas são pinças, usadas para defesa e para levar o alimento à boca.


Uma espécie ganhou o apelido de “chama-maré”, porque está sempre mexendo uma patinha, como se chamasse alguém. No Rio de Janeiro, já foram identificadas 26 espécies de caranguejo, das quais 15 na Ilha do Governador.


José Luís Alves, da Associação de Moradores do Manguezal de Jequiá, é bisneto de pescador e nasceu no bairro. O quintal da casa dele é o manguezal, de onde já comeu muito caranguejo. De predador, virou protetor.


“É porque foram feitos estudos no manguezal de Jequiá e ele está com alto nível de mercúrio. hj mesmo eu estou fazendo 47 anos e eu quero ver se eu dobro por mais 47“, diz.


O caranguejo é um prato apreciado. Garças e gaviões também se alimentam de caranguejos. Às vezes, eles soltam a pinça para se livrar do inimigo, mas logo nasce outra.


Tem gente que diz que não anda para trás porque não é caranguejo. Mas caranguejo também não anda para trás – ele anda de lado. E só tem uma espécie que consegue andar em todas as direções, o “caranguejo-marinheiro”, que vive nas arvores dos mangues.


O que não é lenda é que todo caranguejo, seja macho ou fêmea, tem dois órgãos sexuais, que funcionam ao mesmo tempo durante o acasalamento.


“São usados ao mesmo tempo, sendo que para a cópula o caranguejo macho precisa ficar de frente para a fêmea para que ele possa, com isso, ter posição para utilizar o órgão sexual”, explica o biólogo Rogério Alves.


É fácil reconhecer um caranguejo macho à procura de uma fêmea.


“Os machos produzem uma espuma. E essa espuma, às vezes, chega a envolver completamente o corpo do animal. Você, às vezes, em um manguezal, andando, você vê uma bolinha de espuma andando. Aquilo indica que aquele animal está no período reprodutivo”, explica o biólogo.


Melhor que se reproduzam logo e bastante. E que o homem pare com a pesca predatória. No Rio, os caranguejos não têm chance de crescer. Segundo o biólogo, o tamanho médio de cinco centímetros de carapaça caiu para três.





Escrito por figueiredo às 08h02
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TEXTO EXTRAÍDO DA INTERNET

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.

Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar,mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir maiscópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros

acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas". Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... Ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!

Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.




Escrito por figueiredo às 09h07
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ESTAÇÃO DE RÁDIO P.U.E.45

INAUGURADA EM 29/06/1987 PELO SINDICATO DOS ARMADORES DE PESCA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PARA SER O ELO ENTRE ARMADORES DE PESCA COM OS PESCADORES EM ALTO MAR, A P.U.E. 45 (INDICATIVO DE CHAMADA) INAUGUROU UMA VITORIOSA TRAJETÓRIA INITERRUPTA POR TODOS ESTES ANOS JÁ QUE OPERA 24 HORAS POR DIA.

SÃO INCONTÁVEIS OS NÚMEROS DE ATENDIMENTOS DIÁRIOS PELOS TELEFONES E RÁDIOS VHF PARA CONTATOS A CURTA DISTÂNCIAS E PELOS RÁDIOS SSB PARA LONGAS DISTÂNCIAS, COBRINDO ASSIM UMA GRANDE FAIXA DO LITORAL BRASILEIRO, TENDO UM ALCANCE ABRANGENDO DA ÁREA DE SALVADOR NA BAHIA ATÉ O ARROIO CHUÍ NO RIO GRANDE DO SUL, TENDO JÁ MANTIDO CONTATO COM EMBARCAÇÃO AO NORTE DOS PENEDOS DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO E TAMBÉM NA ELEVAÇÃO DO RIO GRANDE PONTOS EXCESSIVAMENTE DISTANTES DA CIDADE DE NITERÓI - RJ, BASE DE OPERAÇÃO DA P.U.E. 45.

RECEBENDO MENSAGENS DE BORDO PARA TERRA E VICE E VERSA,MANTENDO OS PESCADORES E SEUS FAMILIARES EM COMUNICAÇÃO, INFORMANDO CONDIÇÕES REAIS DE TEMPO E VENTO E TRANSMITINDO PREVIÇÕES DE TEMPO.ESTA É A P.U.E. 45 COMPANHEIRA DOS PESCADORES DETENTORA DE DUAS MEDALHAS DE AMIGO DA MARINHA DO BRASIL ,CONDECORAÇÃO RECEBIDA PELO AUXÍLIO A SEGURANÇA A NAVEGAÇÃO E PESCA.

PARTICIPANTE ATIVA EM EPISÓDIOS IMPORTANTES NA HISTÓRIA BRASILEIRA COMO NO NAUFRÁGIO DO BATEAU MURCHE NAS BUSCAS DO HELICÓPTERO ONDE ESTAVA O DEPUTADO ULISSES GUIMARÃES E VÁRIAS SITUAÇÕES DE NAUFRÁGIOS AUXILIANDO NO SERVIÇO DE BUSCA E SALVAMENTOS MARÍTIMOS.

SUA ATUAL EQUIPE DE TRABALHO É EMPREGADA PELOS RADIO-OPERADORES, PAULO HENRIQUE, PAULO CÉSAR, ROSANA COSTA, LILIAN E MARCELO FIGUEIREDO.



Escrito por figueiredo às 16h42
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BONS SERVIÇOS

(a) sr. BLUMMER DIAS.

"SOU PROPRIETÁRIO DE UM PEQUENO VELEIRO OCEÂNICO CLÁSSICO DE MADEIRA(VELEIRO ANANDA, DE 7 M DE COMPRIMENTO). ATUALMENTE ATRACADO NO CLUBE NAVEL , CHARITAS EM NITERÓI.

FREQUENTEMENTE ESCUTO A ESTAÇÃO RÁDIO P.U.E. 45 DO SINDICATO DOS ARMADORES DE PESCA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO QUE TODA MANHÃ, FAZ NÃO APENAS UMA CUIDADOSA COBERTURA DE SUAS EMBARCAÇÕES ASSOCIADAS EM OPERAÇÃO NUMA EXTENSA FAIXA DE NOSSO LITORAL, COMO TAMBÉM FORNECE UM EXCELENTE CONJUNTO DE INFORMAÇÕES SOBRES AS CONDIÇÕES ATUAIS DO MAR E DO TEMPO EM TODA ESSA ÁREA.

É UM IMPORTANTE E ÚTIL SERVIÇO PARA QUALQUES EMBARCAÇÃO NA ESCUTA, QUE CONFIRMA COM INFORMAÇÕES REAIS E ATUALIZADAS AS PREVISÕES METEOROLÓGICAS, FEITAS POR OUTROS SERVIÇOS.

RECENTEMENTE, VIAJEI DO RIO DE JANEIRO A SALVADOR EM UM OUTRO VELEIRO, DOTADO DE BONS EQUIPAMENTOS DE COMUNICAÇÃO , MAS FOI ATRAVÉS DA ESTAÇÃO P.U.E 45 QUE NA ALTURA DE ABROLHOS, CONSEGUI CONTATO COM MINHA ESPOSA EM SUA RESIDÊNCIA NO RIO DE JANEIRO, PELA GENTILEZA DO RÁDIO-OPERADOR MARCELO SEABRA FIGUEIREDO, EM FUNÇÃO (CERCA DAS 20 HORAS DO DIA 22 DE SETEMBRO DE 1998), QUE IMEDIATAMENTE ESTABELECEU UMA LIGAÇÃO TELEFôNICA LOCAL PARA ESSE FIM.

DESEJO REGISTRAR AQUI MEUS AGRADECIMENTOS A ESSE EFICIENTE RÁDIO-OPERADOR, BEM COMO PARABENIZAR O SINDICATO DOS ARMADORES DE PESCA DO RIO DE JANEIRO PELOS BONS SERVIÇOS PRESTADOS, NÃO SÓ AOS SEUS ASSOCIADOS, COMO TAMBÉM AOS NAVEGANTES EM GERAL".

(TEXTO TRANSCRITO DA REVISTA PESCA E MAR Nº 58)



Escrito por figueiredo às 09h27
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O BRASIL NÃO PRECISA DE OLIMPÍADAS.FORA RIO 2016!!

O BRASIL NÃO PRECISA DE OLIMPÍADAS.FORA RIO 2016!!


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse , na época da inauguração do Centro de Operações Tecnológicas para o Pan-Americano do Rio-2007, que o evento deveria servir como uma espécie de "vestibular" para que o Brasil possa abrigar competições de grande porte, como uma Copa do Mundo e uma Olimpíada.

Em fevereiro de 2007 o gasto federal alcançava R$ 1,5 bilhões, naquele mesmo ano os gastos nas três esferas do Executivo (municipal,estadual e federal) estavam previstos em R$ 3 bilhões.

em 2002 quando o Rio de Janeiro foi escolhido para sediar o PAN 2007 o custo previsto era de R$ 532 milhões ou seja seis vezes menos.

Para se ter a idéia da farra que foi feita a reforma do maracanãzinho foi orçada inicialmente em R$17,9 milhões, mais conseguiram gastar R$ 90 milhões.

A homenagem da escola de samba carioca Portela ao Pan-2007 custou R$ 1,8 milhão aos cofres públicos.

Apesar dos enormes gastos, todas as obras do torneio estavam atrasadas. O ginásio do Maracanãzinho, que era estadual, mas recebeu socorro financeiro federal, e o estádio olímpico João Havelange ficaram prontos em junho, um mês antes da abertura do evento.

Em pequim para se ter uma idéia as obras foram colocadas em ritmo lento um ano antes pois as obras estavam adiantadas, e o custo da manutenção de obras já prontas poderia onerar os custos.

É impotante que fique bem claro que não é minha idéia nivelar tudo tendo em vista só o lado financeiro empobrecendo a oportunidade de se estabelecer metas novas para o esporte no país, e impossiblitar, por conseguinte, o desenvolvimento de indivíduos (talvez futuros campeões) saudáveis e cidadãos, mais nós vamos mais uma vez

Participamos da concorrência

para sediar a Olimpíada para

brincar ou para ganhar? Se for

para ganhar, é preciso cumprir as

exigências gigantescas do Comitê

Olímpico Internacional, não

fazer marketing, como fez com o pan 2007 publicidade que ficou só na promessa do legado que ficou para o povo carioca pois muito foi prometido e pouco foi executado.

mais vale observar que

Em 2003, o IBGE divulgou uma pesquisa sobre investimentos e instalações esportivas no país, feita em parceria com o Ministério do Esporte. O resultado é assustador.

Diz a pesquisa:

“Em 2003, 58,1% das escolas públicas estaduais possuíam alguma instalação esportiva, percentual que era superado nas regiões Sul (67,0%) e Sudeste (64,9%); idêntico no Centro-Oeste (58,1%); e que caía sensivelmente nas regiões Norte (29,1%) e Nordeste (31,6%). Embora o quadro esportivo na rede estadual de ensino fosse bem melhor do que o da rede municipal – na qual apenas 12% das escolas possuíam alguma instalação esportiva -, ainda pode ser considerado elevado o número de escolas públicas estaduais sem infra-estrutura física para a prática esportiva.”

Observem: Apenas 12% das escolas municipais ofereciam a seus alunos alguma instalação esportiva. A situação não mudou muito.

Esse é o RIO 2016 e de autoridades capazes de liberar dinheiro para milionárias e inúteis candidaturas olímpicas, mas que se “esquecem” da base, da sementinha que se planta na escola.

pois as vitórias isoladas de nossos atletas ilustram o descaso das autoridades com o esporte brasileiro.

São as contradições de um país “olímpico” que me fazem ser totalmente contra a rio 2016 pois

Candidatar-se ou mesmo sediar os Jo-

gos Olímpicos não resolverão os problemas de todos, mas seria mais estímulante e importante criar-se

uma ferramenta para fazer, por exemplo, com que todas as nossas crianças consigam praticar

esportes.

Observem: as olimpíadas de atenas 2004 custaram investimentos de R$17 bilhões, pequim 2008 custou R$ 64 bilhões e londres 2012 está orçada em R$120 bilhões.

se o governo tem a certeza de conseguir reunir toda esta gama de recurso financeiros ,porque não os usa em investimentos para primeiro resolver nossos problemas de saúde, educação, segurança,transportes, esporte como inclusão social ,cultura, infra-estrutura, distribuição de renda, erradicação da pobreza, habitação, política ambiental , etc,etc, etc,etc,etc,etc, etc,etc,........




Escrito por figueiredo às 08h36
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FURACÃO CATARINA 7 ANOS.

O episódio inédito que marcou o ano de 2004 é fonte de estudo para pesquisadores e técnicos em meteorologia até os dias atuais. Sua formação e características técnicas deixaram muitas dúvidas, em âmbito nacional e internacional, sobre a classificação do fenômeno, entre ciclone, furacão ou quem sabe até uma nova denominação.

Na busca de uma conclusão, através de estudos e da troca de experiências, foi realizado um workshop sobre o fenômeno Catarina nos dias 28 e 29 de junho de 2005, em São José dos Campos, São Paulo.

O evento foi organizado pela Sociedade Brasileira de Meteorologia - SBMET com a participação da Epagri/Ciram, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) através do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos de São Paulo (CPTEC).

A intenção foi reunir os profissionais da meteorologia do país e pesquisadores internacionais para que, nos dois dias do workshop, o episódio tivesse finalmente sua classificação definida. E os participantes acabaram concluindo que o episódio ocorrido em Santa Catarina foi realmente um FURACÃO. Os presentes no evento também manifestaram a necessidade de criar um intercâmbio entre os profissionais, na previsão de fenômenos meteorológicos extremos, e capacitar os meteorologistas brasileiros para a previsão de novos furacões, embora remotos.

Acrescentando importância ao evento, estiveram presentes o pesquisador do Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos com base na Flórida, Miami, Dr. Jack Beven, e o Diretor da Divisão de Meso e Microescala da Meteorologia do Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas, Greg Holland, também ex-diretor geral do serviço meteorológico australiano, participando ativamente das discussões. Estes técnicos internacionais prontificaram-se em auxiliar o Brasil nas questões de aperfeiçoamento para eventos meteorológicos extremos. Para todos os profissionais da meteorologia uma conclusão foi unânime: é preciso aperfeiçoar a rede de monitoramento, objetivando uma maior previsibilidade de eventos extremos, bem como a criação de um centro nacional voltado especificamente para tais eventos.

Furacão Catarina cronologia:


Terça e Quarta-feira 23 - 24/03/2004-

Os meteorologistas observaram uma pequena perturbação atmosférica sobre o oceano, visível pelas imagens de satélite, e começam a monitorar de perto a evolução deste sistema.

Quinta-feira 25/03/2004 - Tarde -

A perturbação observada sobre o oceano se organizou, tomando uma forma ciclônica. Pôde ser visto de forma bem definida o "olho" no centro do sistema, chamando a atenção dos meteorologistas. Foi a primeira vez que este tipo de sistema foi observado se formando sobre o Atlântico Sul e se deslocando para oeste, em direção à costa.


Sexta-feira 26/03/2004 - 09h00h -

Verificando a intensificação do até então ciclone e seu deslocamento em direção ao continente, a ea Defesa Civil de Santa Catarina foi acionada.s


Sexta-feira 26/03/2004 - 09h00min -

As embarcações pesqueiras que se encontravam em alto mar, próximo a área de deslocamento deste ciclone, foram Avisadas da presença deste ciclone, as embarcações foram direcionadas para fora da área de risco, e começaram a emitir a cada meia hora um resumo das condições de vento e do mar, auxiliando os meteorologistas no monitoramento do fenômeno.


Sexta-feira 26/03/2004 - 15h00min -

Foram emitidas primeiras informações de boletins de alerta de ventos fortes e mar agitado para todos os pescadores da Costa Sul do Brasil.


Sexta-feira 26/03/2004 - 16h00min -

As embarcações de pesca que estavam em alto-mar começaram a enviar informações sobre a ocorrência de temporais e rajadas de vento muito fortes próximo ao ciclone, de até 70 km/h e ondas de até 3,5 metros.


Sexta-feira 26/03/2004 - Noite -

O NOAA, centro americano de meteorologia e oceanografia, classificou o sistema que se encontrava ao largo de Santa Catarina, como um furacão, segundo Saffir-Simpson, classe 1.


Sábado 27/03/2004 - 01h30min -

O Governador do Estado de Santa Catarina assumiu o controle e foi decretado estado de alerta. A área de risco que poderia ser atingida pelo fenômeno foi estimada entre a Grande Florianópolis e o Litoral Sul de Santa Catarina.


Sábado 27/03/2004 - Madrugada -

Segundo informações várias embarcações foram atingidas por ventos muito fortes, que em alguns momentos, segundo a estimativa dos pescadores, superaram os 100 km/h. As antenas de rádio foram arrancadas, material de pesca perdido, vidros quebrados e em algumas embarcações a borda do barco foi arrancada.


Sábado 27/03/2004 - 7h00min -

O furacão Catarina desloca-se rumo ao Litoral Sul catarinense e parte do Litoral Norte do Rio Grande do Sul. As áreas consideradas de risco, entre o norte do Rio Grande do Sul e a Grande Florianópolis, foram alertadas sobre a possibilidade de temporais e ventos intensos, com rajadas de até 150 km/h.

A Defesa Civil de Santa Catarina já estava em situação alerta, tendo deslocado 3.000 homens para o litoral sul de Santa Catarina.


Sábado 27/03/2004 - 14h00min -

Na tarde de sábado os ventos começaram a se intensificar em toda a costa, enquanto que no mar os pescadores continuavam a nos enviar informações sobre rajadas de vento próximo a 90 km/h e ondas que já atingiam picos de 4 metros de altura. As barras de acesso ao Porto de Laguna e de Passo de Torres fecharam no período da tarde, por causa da forte agitação marítima que começou a atingir a costa. Muitas embarcações de pesca ficaram presas lá fora. Em Passo de Torres, 5 embarcações não conseguiram entrar na barra, deslocando-se em direção ao Rio Grando do Sul para escapar da rota do furacão,o que salvou suas vidas. Neste momento o fenômeno estava se deslocando em direção a Laguna.


Sábado 27/03/2004 - Noite -

O fenômeno se deslocava rapidamente em direção à costa, e foi constatado pelos meteorologistas que dentro das próximas horas o fenômeno atingiria a região ao sul do Cabo de Santa Marta. Além disso informações de Arroio do Silva indicavam ressaca nessa localidade, já com destruição de construções a beira da praia.


Domingo 28/03/2004 - Madrugada -

O Fenômeno "Catarina" está com o olho já totalmente no continente e ainda está bastante intenso, provocando ventos em alguns municípios do Litoral Sul de mais de 100 km/h. Entre a noite de sábado e a madrugada deste domingo, os ventos fortes de 100 a 150 km/h provocaram destruição, como destelhamento de casas, queda de árvores entre outros, em Arroio do Silva, Araranguá, Sombrio, Rincão, Criciúma. O mar está agitado, com picos de onda de até 5 m próximo a costa, caracterizando ressaca em boa parte do Litoral Sul catarinense.


Domingo 28/03/2004 - 7h30min -

O Fenômeno "Catarina" que se encontra quase todo dentro do Estado de Santa Catarina começa a perder força, mas ainda ocorria vento forte e chuva no Litoral Sul, Planalto Sul catarinense e nordeste do RS.


Domingo 28/03/2004 - 9h30min -

Duas embarcações de pesca, a Válio II e Antônio Venâncio naufragam próximo a Lage de Campo Bom, ao sul do Cabo de Santa Marta. Um dos tripulantes da embarcação Válio 2 foi resgatado pela embarcação Rocha IV. Onze tripulantes estão desaparecidos.


Segunda-feira 29/03/2004 - 10h00min -

A Marinha resgata dois tripulantes da embarcação Válio II. Nove pescadores continuam desaparecidos.


Segunda-feira 29/03/2004 - 13h00min -

O pescador Amilton Antonio Rosa foi resgatado com vida pela marinha. Restam 8 desaparecidos.





 

O episódio inédito que marcou o ano de 2004 é fonte de estudo para pesquisadores e técnicos em meteorologia até os dias atuais. Sua formação e características técnicas deixaram muitas dúvidas, em âmbito nacional e internacional, sobre a classificação do fenômeno, entre ciclone, furacão ou quem sabe até uma nova denominação.

Na busca de uma conclusão, através de estudos e da troca de experiências, foi realizado um workshop sobre o fenômeno Catarina nos dias 28 e 29 de junho de 2005, em São José dos Campos, São Paulo.

O evento foi organizado pela Sociedade Brasileira de Meteorologia - SBMET com a participação da Epagri/Ciram, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) através do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos de São Paulo (CPTEC).

A intenção foi reunir os profissionais da meteorologia do país e pesquisadores internacionais para que, nos dois dias do workshop, o episódio tivesse finalmente sua classificação definida. E os participantes acabaram concluindo que o episódio ocorrido em Santa Catarina foi realmente um FURACÃO. Os presentes no evento também manifestaram a necessidade de criar um intercâmbio entre os profissionais, na previsão de fenômenos meteorológicos extremos, e capacitar os meteorologistas brasileiros para a previsão de novos furacões, embora remotos.

Acrescentando importância ao evento, estiveram presentes o pesquisador do Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos com base na Flórida, Miami, Dr. Jack Beven, e o Diretor da Divisão de Meso e Microescala da Meteorologia do Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas, Greg Holland, também ex-diretor geral do serviço meteorológico australiano, participando ativamente das discussões. Estes técnicos internacionais prontificaram-se em auxiliar o Brasil nas questões de aperfeiçoamento para eventos meteorológicos extremos. Para todos os profissionais da meteorologia uma conclusão foi unânime: é preciso aperfeiçoar a rede de monitoramento, objetivando uma maior previsibilidade de eventos extremos, bem como a criação de um centro nacional voltado especificamente para tais eventos.

Furacão Catarina cronologia:

 

Terça e Quarta-feira 23 - 24/03/2004-

Os meteorologistas observaram uma pequena perturbação atmosférica sobre o oceano, visível pelas imagens de satélite, e começam a monitorar de perto a evolução deste sistema.

 

 

Quinta-feira 25/03/2004 - Tarde -

A perturbação observada sobre o oceano se organizou, tomando uma forma ciclônica. Pôde ser visto de forma bem definida o "olho" no centro do sistema, chamando a atenção dos meteorologistas. Foi a primeira vez que este tipo de sistema foi observado se formando sobre o Atlântico Sul e se deslocando para oeste, em direção à costa.

 

Sexta-feira 26/03/2004 - 09h00h -

Verificando a intensificação do até então ciclone e seu deslocamento em direção ao continente, a ea Defesa Civil de Santa Catarina foi acionada.s

 

Sexta-feira 26/03/2004 - 09h00min -

As embarcações pesqueiras que se encontravam em alto mar, próximo a área de deslocamento deste ciclone, foram Avisadas da presença deste ciclone, as embarcações foram direcionadas para fora da área de risco, e começaram a emitir a cada meia hora um resumo das condições de vento e do mar, auxiliando os meteorologistas no monitoramento do fenômeno. 

 

Sexta-feira 26/03/2004 - 15h00min -

Foram emitidas primeiras informações de boletins de alerta de ventos fortes e mar agitado para todos os pescadores da Costa Sul do Brasil. 

 

Sexta-feira 26/03/2004 - 16h00min -

As embarcações de pesca que estavam em alto-mar começaram a enviar informações sobre a ocorrência de temporais e rajadas de vento muito fortes próximo ao ciclone, de até 70 km/h e ondas de até 3,5 metros.

 

Sexta-feira 26/03/2004 - Noite -

O NOAA, centro americano de meteorologia e oceanografia, classificou o sistema que se encontrava ao largo de Santa Catarina, como um furacão, segundo Saffir-Simpson, classe 1.

 

Sábado 27/03/2004 - 01h30min -

 O Governador do Estado de Santa Catarina assumiu o controle e foi decretado estado de alerta. A área de risco que poderia ser atingida pelo fenômeno foi estimada entre a Grande Florianópolis e o Litoral Sul de Santa Catarina.

 

Sábado 27/03/2004 - Madrugada -

Segundo informações várias embarcações foram atingidas por ventos muito fortes, que em alguns momentos, segundo a estimativa dos pescadores, superaram os 100 km/h. As antenas de rádio foram arrancadas, material de pesca perdido, vidros quebrados e em algumas embarcações a borda do barco foi arrancada.

 





Escrito por figueiredo às 13h47
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BEM VINDO!!!



OLÁ AMIGOS MUITO PRAZER TÊ-LOS POR AQUI, CRIEI ESTE ESPAÇO PARA DIVULGAR
MEU TRABALHO LÁ NA RÁDIO COSTEIRA PREFIXO P.U.E. 45 E TAMBÉM PARA AJUDAR OS MEUS AMIGOS PESCADORES NA PREVISÃO DO TEMPO DIRECIONADO EXCLUSIVAMENTE PARA A ATIVIDADE PESQUEIRA E TAMBÉM PARA FALAR DE DIVERSOS ASSUNTO QUE TODOS MEUS AMIGOS SABEM QUE EU GOSTO E VOCÊ AGORA TAMBÉM VAI CONHECER.

VAMOS FALAR DE ESPORTES, CINEMA, MUSICA, GENTE, "INFELIZMENTE POLÍTICA" RSRSRS... SÉRIO TAMBÉM TEMOS QUE FALAR DE POLÍTICA.

BEM AMIGOS TENHO 41 ANOS SOU NATURAL DO ESTADO DO PARÁ E FUI CRIADO DESDE DE MUITO CEDO NO RIO DE JANEIRO AGORA COMPLETO 37 ANOS NESTE ESTADO. A VANTAGEM É QUE TENHO UM PAÍS MARAVILHOSO DE ORIGEM COM DOIS LUGARES LINDOS PARA AMAR E CULTUAR SEMPRE COMO SENDO MEU BERÇO.

SOU UMA PESSOA AUTO DIDATA, GRAÇAS A DEUS EM TUDO QUE ME DEDICO PROCURO NÃO SER APENAS MAIS UM ENTRE TANTOS, E TALVEZ ESTE SEJA UMA VIRTUDE E UM DEFEITO MEU, MAIS ENCARO ISTO COMO UMA SITUAÇÃO MUITO POSITIVA, PORQUE TENHO UMA ATITUDE DE COMPETIÇÃO NÃO NO SENTIDO DE PASSAR AS PESSOAS PARA TRÁS, MAIS SIM DE FAZER O MEU MELHOR EM CADA SITUAÇÃO, SEJA ELA NO TRABALHO OU NO MEU RELACIONAMENTO DIÁRIO, QUEM ESTA EM MINHA VOLTA TEM QUE SE PORTAR DA MESMA MANEIRA E A VIDA FICA MELHOR EM TERMOS DE CRESCIMENTO DE RELAÇÕES.

BOM QUERO MANDAR UM GRANDE BEIJO A PESSOAS ESPECIAIS MINHÃ MÃE HELENA
COM SEUS 90 ANOS DE PURA BONDADE E COMPREENSÃO,
MINHA ESPOSA DJENANE EXEMPLO DE COMPANHEIRISMO SABEDORIA E PACIÊNCIA.
MINHA FILHA BRENDA INTELIGÊNCIA E BELEZA QUE ME DÃO
MUITO ORGULHO E UM DOS MOTIVOS DE SEMPRE AGRADECER A DEUS POR TUDO DE BOM
 QUE TENHO NESTA VIDA.
E MINHA IRMÃ GRAÇA A QUEM TODOS OS MEUS AGRADECIMENTOS DIÁRIOS E
 INITERRUPTOS SERIAM SUFICIENTES PARA SALDAR TUDO QUE ELA FEZ POR MIM TODOS ESTES ANOS.
MEU SOGRO RAIMUNDO O MAIOR HOMEM QUE PUDE CONHECER ATÉ HOJE.
QUERO LEMBRAR DE ROSA,EDSON, SOCORRO,PAULO,DILA,PEDRO AUGUSTO,BETINHO,LAÉRCIO MEUS IRMÃOS E AMIGOS AMO CADA UM DE VOCÊS.



Escrito por figueiredo às 12h49
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